Dr Ever Rodriguez foi discutidor e palestrante no Congresso de Oftalmologia CBO 2018

Congresso de Oftalmologia CBO 2018
Congresso CBO 2018 – Dr Ever Rodriguez

Nos dias 5 a 8 de setembro foi realizado  o “62 Congresso Brasileiro de Oftalmologia CBO 2018” promovido pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia. No evento o Dr Ever Rodriguez participou como palestrante e discutidor da sessão de Uveites.

O congresso do CBO 2018, um dos  grande e importantes eventos do calendário da oftalmologia no Brasil e America do Sul, contou com a participação de grandes oftalmologistas nacionais e internacionais, teve um programa científico de excelente nível, trazendo inovação e tecnologia.

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Retinopatia Diabética é uma das principais complicações da diabetes

No Brasil a Diabetes é a principal causa de cegueira dos 20 aos 74 anos. Aproximadamente 50% dos pacientes com diabetes irão desenvolver alguma forma de retinopatia diabética (RD) durante a vida. Pacientes diabéticos têm risco de cegueira 30 vezes maior do que não-diabéticos.

A retinopatia diabética (RD) ocorre quando há alterações nos vasos sanguíneos da retina.

Olho normal e retinopatia
Diferenças entre olho normal e com retinopatia diabética

Fatores de risco para retinopatia diabética:

  • Hiperglicemia
  • Hemoglobina glicada (A1C) acima de 7%.
  • Hipertensão arterial sistêmica
  • Dislipidemia
  • Duração do diabetes
  • Etnia (mais comum em hispânicos e asiáticos)
  • Gravidez
  • Puberdade
  • Cirurgia de catarata.
Complicações e hemoglobina glicada
Hemoglobina glicada (A1C) e risco relativo de complicações microvasculares. DCCT

Geralmente, a retinopatia diabética afeta ambos os olhos. Pessoas com retinopatia diabética muitas vezes não percebem as mudanças em sua visão durante os estágios iniciais da doença. Mas à medida que a doença progride, a retinopatia diabética causa uma perda de visão que, em muitos casos, não pode ser revertida.

Existem dois tipos de retinopatia diabética:

Retinopatia diabética não proliferativa (RDNP) é o primeiro estágio de retinopatia diabética. Quando esta condição existe, os vasos sanguíneos danificados permitem uma fuga de fluidos sanguíneos para o olho. Ocasionalmente, depósitos de colesterol ou outras gorduras do sangue podem entrar na retina.

Muitas pessoas com diabetes têm RDNP leve, que geralmente não afeta a visão. No entanto a visão pode ser afetada, como resultado do edema e isquemia macular.

Retinopatia diabética proliferativa (RDP) ocorre principalmente quando os vasos sanguíneos anormais, chamados neovasos (novos vasos), crescem na superfície da retina ou do nervo óptico.

A proliferação dos neovasos também pode causar:

  • Descolamento de retina levando a cegueira.
  • Hemorragia vítrea pelo sangramento na parte interna e posterior do olho. Nos casos mais graves, o sangue pode preencher a cavidade vítrea e bloquear completamente a sua visão
  • Glaucoma neovascular; e’ uma complicação tardia da Retinopatia Diabética causada pela formação dos neovasos na íris (parte mais visível e colorida do olho) que podem bloquear o escoamento normal do humor aquoso (liquido presente na parte anterior do olho). A pressão no olho aumenta, o que representa uma condição particularmente grave que pode causar danos irreversíveis ao nervo óptico.

Sintomas da Retinopatia Diabética:

A medida que a doença progride, os sintomas podem incluir:

  • Pontos pretos, manchas flutuantes ou alterações similares a teias de aranha  na visão (chamadas de “moscas volantes”)
  • Visão turva ou visão embaçada
  • Visão que muda periodicamente de borrada para clara
  • Perda de visão central ou periférica

Em geral, a retinopatia diabética leva anos para se desenvolver, por isso é importante ter exames oftalmológicos regulares.

A Academia Americana de Oftalmologia recomenda o seguinte (Intervalo no seguimento dos pacientes)

  • Sem retinopatia ou RDNP leve: avaliação anual.
  • RDNP moderada sem edema macular: avaliação a cada 6 meses.
  • RDNP leve ou moderada com edema macular: avaliação a cada 3-4 meses.
  • RDNP grave: avaliação a cada 3-4 meses.
  • RDP: avaliação mensal.
  • Durante a gravidez: Mulheres grávidas com diabetes devem marcar uma consulta com seu oftalmologista no primeiro trimestre, pois a retinopatia pode progredir rapidamente durante a gravidez.

Tratamento

O melhor tratamento para a retinopatia diabética é a prevenção. O controle rigoroso do açúcar no sangue irá reduzir significativamente o risco a longo prazo de perda de visão; uma redução de 1% na hemoglobina glicada (A1C) reduz o risco de RD em 40%, controle da hipertensão arterial (10 mmHg de redução na PA sistólica reduz o risco de progressão da RD em 35%). Geralmente, o tratamento não cura a retinopatia diabética nem costuma restaurar a visão normal, mas pode retardar a progressão da perda de visão. Sem tratamento, a retinopatia diabética progride continuamente.

O controle cuidadoso do diabetes com uma dieta adequada, uso de pílulas hipoglicemiantes, insulina ou com uma combinação desses tratamentos, prescritos pelo médico endocrinologista, são a principal forma de evitar a retinopatia diabética.

Fotocoagulação por raio laser: é o procedimento pelo qual pequenas áreas da retina doente são cauterizadas com a luz de um raio-laser na tentativa de prevenir o processo de hemorragia. O ideal é que esse tratamento seja administrado no início da doença, possibilitando melhores resultados, por isso é extremamente importante a consulta periódica com seu oftalmologista.

laser na retina
Fotocoagulação com laser

Vitrectomia posterior (VVPP) é um procedimento cirúrgico que tem o objetivo de remover o gel vítreo (fluido gelatinoso e transparente que ocupa a maior parte do globo ocular, cuja função é absorver impactos e manter o formato do olho), hemorragias e tecido fibroso. O procedimento é realizado com a utilização de um aparelho chamado vitreófago, o qual é capaz de remover o vítreo. Assim, é possível substitui-lo por solução salina, gás ou óleo de silicone nos caso mais graves

Ela é indicada na retinopatia diabética, hemorragia vítrea e outras doenças.

 

Vitrectomia posterior
Fases da vitrectomia posterior

Injeção de medicamentos no vítreo, em alguns casos, os medicamentos (anti-VEGF) podem ser usados ​​para ajudar no tratamento da retinopatia diabética.

Aplicação de Anti-VEGF
Injeção de medicação Anti-VEGF

Se você tem diabetes, consulte seu oftalmologista para realizar um exame de fundo de olho sobre dilatação, mesmo que sua visão pareça normal, pois é importante detectar os estágios iniciais da doença.

Fontes: https://www.aao.org

Responsável: Dr. Ever Ernesto Caso Rodriguez| CRM-SP: 160.376

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Quer fazer Cirurgia Refrativa ?

Quer fazer cirurgia refrativa
Cirurgia Refrativa

O objetivo da Cirurgia Refrativa é corrigir erros de refração do olho 

Os erros da refração são:

  • MiopiaDificuldade para enxergar de longe. Afeta cerca de 25% da população
  • Hipermetropia:Dificuldade para enxergar de perto.
  • Astigmatismo:a visão fica desfocada

Devolvendo a qualidade de vida para pessoas que dependem das lentes corretivas

AVALIAÇÃO PRE-OPERATÓRIA 

Deve incluir um histórico médico e exame oftalmológico completo:

  • Refração Dinâmica/Estática (exame do grau). A refração deve ser estável por 1 ano ou mais antes da cirurgia.
  • Biomicroscopia do segmento anterior do olho
  • Medida de pressão intraocular
  • Mapeamento de Retina (exame de fundo de olho)
  • Paquimetria (espessura da córnea)
  • Topografia corneana (curvatura da córnea)

Estes exames ajudam a determinar os pacientes com maior chance de complicação no futuro e contraindicar o procedimento, assim também se os exames estão dentro da normalidade pode ser feita a cirurgia com muita segurança.

TÉCNICA CIRÚRGICA

Realizada por meio de um equipamento chamado Excimer Laser que irá remodelar a córnea do paciente de acordo com o seu grau. Demora em média 15 minutos, contanto o tempo pré e pós-operatório, de preparação, assepsia e antissepsia o tempo total gira em torno de 1 hora.

  • PRK – se realiza a remoção do epitélio da córnea. O laser é então aplicado diretamente sobre a córnea, o que leva a um pós operatório com mais desconforto.
Cirurgia Refrativa com PRK
Cirurgia Refrativa PRK
  • LASIK – com um aparelho especial chamado microcerátomo; porem na atualidade existe a opção de utilizar o Laser de Femtosecond (método com maior rapidez e segurança ao criar um corte com uma espessura mais previsível e uniforme), ambos métodos formam um flap (aba) na córnea. Essa aba é levantada e o laser é aplicado na parte interna da córnea, abaixo do flap. No final da cirurgia, o flap é recolocado no lugar.
Cirurgia Refrativa com LASIK
Cirurgia Refrativa LASIK
FEMTO-LASIK
Cirurgia Refrativa FEMTO-LASIK

A cirurgia refrativa pode ser realizada em pessoas entre os 21 e 40 anos

CONTRAINDICAÇÕES  

Alguns pacientes com as seguintes condições não são bons candidatos para realizar a Cirurgia Refrativa:

  • Refração instável (variação no grau dos óculos)
  • Espessura da córnea fina
  • Glaucoma descontrolado
  • Doenças de superfície descontroladas
  • Pacientes que estão em períodos de transição, como gestantes ou diabéticos descontrolados

Na Clinica EYECO Centro de Oftalmologia Especializada realizamos ambos os métodos (PRK ou LASIK) e especificamente na última priorizamos o uso do laser de femtosecond (femto-LASIK).

Fontes: https://www.aao.org

Responsável: Dr. Ever Ernesto Caso Rodriguez| CRM-SP: 160.376

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Dr Ever Rodriguez foi palestrante e discutidor no Curso de Uveites 2018

curso Uveites USP 2018
Curso de Uveítes Oftalmologia USP 2018

No dia 21 de julho foi realizado  o “CURSO DE UVEÍTES Desenvolvendo o raciocínio clinico” organizado pelo setor de Oftalmologia do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).  Este curso teve como objetivo oferecer os fundamentos para um raciocínio clinico adequado nos quadros de uveítes. No evento o Dr Ever Rodriguez participou como palestrante e discutidor da sessão de Síndromes Mascaradas (doenças neoplásicas que simulam inflamação ocular).

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10 DE JULHO – DIA MUNDIAL DA SAÚDE OCULAR!

10 de julho dia mundial da saúde ocular
Dia mundial da saúde ocular

No dia 10 de julho é comemorado o Dia Mundial da Saúde Ocular, que chama atenção para um tema muito importante do nosso dia-a-dia:

“As consultas frequentemente ao oftalmologista permite detectar doenças precocemente e tratá-las com grande chance de cura”.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) há em todo o mundo, 285 milhões de pessoas com deficiências visuais, sendo 39 milhões cegas. Os especialistas admitem que até 80% destes casos poderiam ser evitados.

Check-up oftalmológico anual é a melhor forma de garantir sua saúde ocular

O check-up oftalmológico é uma avaliação clínica ocular que permite a traves de exames, como biomicroscopia do segmento anterior, fundo de olho, tonometria, refração e acuidade visual, detectar possíveis doenças na fase assintomática e prevenir o aparecimento de problemas oculares graves.

É fundamental que sejam realizados periodicamente por um oftalmologista. Fique atento aos problemas visuais que podem ocorrer em cada fase da vida

  • 0 a 2 anos

Ao nascimento, é realizada a primeira avaliação oftalmológica, por meio do teste do olhinho, capaz de detectar problemas como, catarata congênita, glaucoma congênito e retinoblastoma. Se o bebê apresente lacrimejamento constante, pálpebras inchadas, secreção purulenta, olho vermelho, estrabismo, pupila esbranquiçada e assimetria, deverá ser realizada uma segunda avaliação o mais breve possível

  • 03 a 12 anos

Nessa fase, algumas crianças podem apresentam problemas como estrabismo, ambliopia (“olho preguiçoso”) e ptose (pálpebra caída) que podem ser reversíveis se tratados precocemente. Além disso, podem surgir problemas oculares chamados de ametropias (miopia, hipermetropia, astigmatismo) causando baixo rendimento escolar.

  • 13 a 20 anos

Durante a pré-adolescência e antes da fase adulta temos a maior incidência de ceratocone, doença que provoca irregularidade da córnea que pode vir acompanhado pelo hábito de coçar excessivamente os olhos. Nessa fase, também é muito comum o uso em excesso de aparelhos eletrônicos que podem causar danos à visão, como: Síndrome da Visão do Computador (CVS) e o progressão da miopia e hipermetropia.

  • Após 40 anos

A partir dos 40 anos, torna-se essencial a medição anual da pressão intraocular (tonometria), principalmente em caso de história familiar de glaucoma, e a avaliação de fundo de olho a fim de identificar danos na retina que doenças como o diabetes podem causar. Além disso, é muito comum o aparecimento da presbiopia, doença ocular caracterizada pela condição em que a lente do olho perde a sua capacidade de focar objetos de perto, sendo necessário a correção com lentes.

  • Após 65 anos

Na terceira idade é comum que as pessoas desenvolvam doenças como: catarata (principal causa de cegueira reversível no mundo) e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), doença ocular que afeta a área central da retina (mácula), fazendo com que haja a perda progressiva da visão.

IMPORTANTE: Somente um médico oftalmologista pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

Fontes: http://www.cbo.com.br

Responsável: Dra Yandely Choquechambi.| CRM-SP: 154.787

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Dr Ever Rodriguez foi palestrante e discutidor no Congresso da Sociedade Brasileira de Oftalmologia do 2018

Dr Ever discutidor no SBO 2018 nas sessão Uveites e Oncologia
Congresso SBO 2018 sessão Uveites e Oncologia

Nos dias 28 a 30 de junho foi realizado  o Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Oftalmologia RJ/2018. No evento o Dr Ever Rodriguez participou como palestrante e discutidor da sessão de Uveites e Oncologia Ocular.

O congresso da SBO , um dos grande e importantes eventos do calendário da oftalmologia no Brasil e America do Sul, contou com a participação de grandes oftalmologistas, apresentando casos desafiadores e novas informações cientificas.

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Miopia é uma das principais causas de deficiência visual no mundo

Aparelhos eletrônicos e miopia
Miopia em crianças

A prevalência da miopia vem aumentando significativamente em todo o mundo ao longo das últimas décadas e é hoje uma das principais causas de deficiência visual, globalmente.

Segundo a OMS (Organização mundial da Saúde) a miopia, em 2010, afetava 27% da população mundial. A projeção para o ano 2050 é que a taxa chegue a 52%.

As causas da miopia podem ser genéticas ou ambientais (fatores socioeconômicos e culturais). A substituição de brincadeiras de rua e atividade ao ar livre, por atividades em locais fechados associado a crianças que passam muitas horas ininterruptas em frente ao computador, televisão, tablet e celular têm quase o dobro de risco de desenvolver miopia. Tudo isso pode fazer com que o distúrbio da visão apareça com o passar do tempo ou, se a criança já tem predisposição, fazer com que a miopia se desenvolva em maior grau.

Isto ocorre porque o sistema ocular das crianças ainda está em desenvolvimento e o uso da visão de perto exige um esforço acomodativo, e o excesso de tempo resulta em aumento do tamanho do globo, que caracteriza o olho míope.

Sinais e sintomas: o primeiro sinal de miopia é a redução da acuidade visual à distância (aproximação para enxergar melhor) frequentemente normalizada com lentes corretoras, mau desempenho na escola, vermelhidão dos olhos, lacrimejamento. As queixas mais típicas incluem fadiga ocular na visão de perto e borramento na visão de longe. A dificuldade para enxergar de longe pode durar meses e, se os hábitos persistirem, tornar-se um mal permanente.

As recomendações para prevenir o desenvolvimento da miopia são:

  • Incentive as crianças a brincar ao ar livre (passar mais de 2 horas por dia realizando atividades em ambientes externos tem o risco de miopia reduzido).
  • Não ficar mais de 1 hora na frente de aparelhos eletrônicos (computador, TV, tablet) e evitar posicionar-se a uma distância de menos de 40cm.
  • As crianças devem ir ao oftalmologista pelo menos uma vez ao ano.

Responsável: Dr. Ever Ernesto Caso Rodriguez| CRM-SP: 160.376

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Síndrome de Olho Seco: causas e tratamento.

Olho seco, causas e tratamento
Sindrome de Olho Seco

Olho seco é uma síndrome resultante de várias condições que leva a anormalidade no fluxo ou na estabilidade do filme lacrimal.

Trata-se de uma desordem comum, afetando uma porcentagem significativa da população, principalmente adultos acima de 40 anos. A prevalência é similar em todo o mundo, com taxas variando entre 7-33%. Embora haja portadores assintomáticos, a maioria tem como principais sintomas sensação de corpo estranho, queimação, prurido, fotofobia, embasamento visual e lacrimejamento excessivo, o que pode causar impacto na qualidade de vida.

Qualquer situação que afete pelo menos uma das três camadas de lágrima (oleosa, aquosa e mucosa) pode originar os mesmos sintomas:

  • Atividades que exijam muita atenção visual podem causar, precipitar ou agravar a sensação de olho seco, mesmo que temporariamente. O motivo é que as pessoas piscam menos. O normal é piscar de 12 a 15 vezes por minuto. Mas, quando estamos em frente ao computador, videogame, smartphone, tablet ou televisão, pisca-se de três a cinco vezes menos.
  • Envelhecimento, uma vez que a produção de lágrimas diminui com a idade
  • Menopausa
  • Algumas doenças sistêmicas
  • Medicação, incluindo contraceptivos orais, antidepressivos, anti-histamínicos, diuréticos e betabloqueadores
  • Condições climáticas, tais como ar seco e vento
  • Substâncias irritantes, como fumaça de cigarro, poeira ou exposição a substâncias químicas
  • Qualquer trauma para o olho (incluindo queimaduras)
  • Cirurgia a laser, cirurgia de catarata

O tratamento pode visar o aumento da produção de lágrimas, manter o volume do filme lacrimal ou impedir a perda excessiva de lágrimas.

As opções de tratamento em quadros leves/moderados incluem desde: educação, modificações ambientais e dietéticas, diminuição do número de medicações sistêmicas, colírios, géis ou pomadas lubrificantes, também conhecidos como lágrimas artificiais até oclusão permanente de ponto lacrimal, anti-inflamatórios sistêmicos, cirurgia em quadros graves.

Consulte seu oftalmologista para controlar e evitar a “Síndrome de Olho Seco”.

Responsável: Dra Yandely Choquechambi.| CRM-SP: 154.787

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Dr Ever Rodriguez foi presidente da sessão: Retina Uveites no Congresso de Retina 2018

O Dr Ever Ernesto Caso Rodriguez membro da Sociedade Brasileira de Uveite e Retina participou do 43 Congresso de Retina 2018 da Sociedade Brasileira de Retina e Vitreo (SBRV) realizado na cidade de Foz de Iguaçu em Abril 2018.

O congresso de retina, um dos mais importantes eventos do calendário da oftalmologia no Brasil e America do Sul, contou com a participação dos melhores especialistas em retina , apresentando casos desafiadores e novas informações cientificas. No evento o Dr Ever Rodriguez foi presidente da sessão Retina&Uveites .

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